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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Dança - O ontem e o hoje: Origem de tudo e estilos da dança

A dança é uma das expressões mais antigas da existência humana. Foi a primeira arte criada pelo homem. É um jogo de movimentos e gestos de representação simbólica de sensações, emoções, sentimentos e ideias que remetem à experiência vivida pelo homem. Ela está carregada de um teor emocional que não pode ser desprezado. Através da representação dançada, o ser humana aprende, domina e resolve seus conflitos. O aumento do vocabulário expressivo não verbal trará condições ao indivíduo de dar formas externas ao que ele traz em símbolos, numa ordenação de formas e ritmos.

Contam os historiadores que a dança é uma das formas mais primitivas de se comunicar; antes de falar o homem já dançava. Os povos primitivos utilizavam-se de movimentos combinados, e a maneira como esses movimentos eram vivenciados permitia a eles se relacionar com o meio em que viviam. Isto está gravado em cavernas dos sítios históricos pelo mundo, e os registros apresentados, escritos e pintados, apontam para essa comprovação.

Dançava-se a princípio para atrair uma caça, conquistar alguém, expressar suas emoções. O desconhecido, a magia e a religião também eram dançados. Alguns chegam até a afirmar que não só o homem dança, mas toda a natureza dos seres vivos dança. No embalar das folhas, no voar de um pássaro, ações rítmicas parecem tomar forma de um bailado da natureza. Os povos primitivos dançavam expressando as mais profundas emoções.

Você sabia?

Nas civilizações antigas a dança tinha grande importância na formação dos ser humano. Para os gregos, ela foi primordial na formação dos cidadãos, pois os mesmos cultuavam a arte de guerrear e acreditavam que a rítmica marcação dos pés batendo no chão intimidaria os adversários na hora da batalha; afirmavam que os melhores dançarinos se tornavam os melhores guerreiros. Esses povos incluíram a dança na educação, e Platão foi um dos organizadores da implantação dessa experiência com os jovens. Na Índia e na China, quando o objetivo era a adoração de divindades, as máscaras e os trajes coloridos era usados pelos dançarinos como poder de representação e abstração.